Para muitos empreendedores, a gestão fiscal ainda é um tema espinhoso. Afinal, as leis brasileiras nessa área são de uma complexidade incrível, o que torna o gerenciamento fiscal de uma empresa algo nada agradável ou fácil de se fazer.

No entanto, dominar esse assunto é determinante para a sucesso de qualquer modelo de negócio, inclusive na gestão das startups.

É por meio da correta gestão fiscal que a empresa consegue se manter em dia com suas obrigações tributárias, além de evitar pagar mais impostos que o necessário e comprometer a saúde financeira do negócio.

Se você é fundador ou faz a gerenciamento de uma startup e quer saber mais sobre como promover uma gestão fiscal eficiente na sua empresa, fique tranquilo que a gente vai te ajudar.

Separamos aqui neste artigo 7 dicas essenciais de gestão fiscal para startups:

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  1. Escolha o regime tributário mais adequado para sua startup
  2. Tenha certeza sobre as atividades econômicas exercidas por sua startup
  3. Fique atento ao calendário de obrigações fiscais
  4. Faça o registro de todas as movimentações financeiras da startup
  5. Verifique se a sua startup tem acesso a incentivos fiscais
  6. Efetue auditorias fiscais periódicas
  7. Automatize a emissão e gestão de notas fiscais da sua startup

Continue a leitura e confira nas próximas linhas que recomendações você deverá colocar em prática para manter-se em conformidade com o Fisco.

7 dicas de gestão fiscal para startups

Se você quer manter sua startup em dia com as obrigações ficais, aqui estão 7 dicas que podem fazer a diferença entre ter um negócio andando sem problemas ou ter que pagar multas e até ver o funcionamento de sua empresa interditado.

1. Escolha o regime tributário mais adequado para sua startup

A primeira dica de gestão fiscal para startups consiste na escolha do regime tributário mais adequado ao modelo de negócio.

Você pode escolher entre 

  • Lucro Real;
  • Lucro Presumido;
  • Simples Nacional.

Dentre os diferentes aspectos a serem levados em consideração na hora de definir o regime tributário, destaca-se o faturamento da empresa. Para ser optante do Simples Nacional, por exemplo, o faturamento anual não pode ultrapassar R$ 4,8 milhões.

E em se tratando de startups, cujo crescimento costuma ser mais acelerado do que outros tipos de empresas, é necessário rever periodicamente se o regime escolhido ainda faz sentido para o momento em que a empresa se encontra.

2. Tenha certeza sobre as atividades econômicas exercidas por sua startup

Outro aspecto da gestão fiscal para startups que não pode ser negligenciado se refere às atividades econômicas exercidas pela empresa.

Isso porque, na hora de emitir as notas fiscais e prestar contas ao Fisco, será necessário fazer essa especificação. Se a atividade declarada for diferente da que exercida de fato, a startup estará sujeita a duras penalidades.

Portanto, consulte o código de suas atividades no Cadastro Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

3. Fique atento ao calendário de obrigações fiscais

A Receita Federal possui um calendário para o cumprimento de obrigações fiscais. É extremamente importante que você fique atento às datas para entrega de declarações e pagamento de tributos que não são retidos na fonte.

Assim, evita-se a cobrança de multas que podem comprometer o caixa da sua startup.

4. Faça o registro de todas as movimentações financeiras da startup

Procure registrar todas as entradas e saídas do caixa da empresa, inclusive o recebimento de aporte financeiro de terceiros, no caso de investimentos na startup, o que é muito comum em empresas deste tipo, que buscam acelerar o crescimento.

Esse registro vai facilitar bastante a sua vida na hora de prestar contas à Receita Federal.

5. Verifique se a sua startup tem acesso a incentivos fiscais

Dependendo da atividade econômica exercida por sua startup, pode ser que ela tenha acesso a alguns incentivos fiscais. Ou seja, você pode ser exonerado de alguns impostos ou conseguir a redução de determinadas alíquotas.

A Lei do Bem, por exemplo, tem como objetivo reduzir a carga tributária que incide sobre empresas que realizam pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica, o que geralmente é observado em startups.

6. Efetue auditorias fiscais periódicas

As auditorias internas têm como objetivo garantir a eficácia dos processos fiscais da empresa e a conformidade com a legislação vigente.

Por meio das auditorias, é possível identificar falhas e descumprimentos que poderiam gerar prejuízos para a empresa no caso de uma fiscalização da Receita Federal. Dessa forma, busca-se aperfeiçoar a gestão fiscal da startup.

7. Automatize a emissão e gestão de notas fiscais da sua startup

Toda empresa precisa emitir notas fiscais, e com as startups isso não seria diferente. São esses documentos que registram as transações comerciais e o recolhimento de tributos.

Portanto, para otimizar a emissão e a gestão de notas fiscais e promover a correta contabilidade de sua startup, invista em um software especializado. Com uma ferramenta adequada, é possível evitar falhas que podem onerar o seu modelo de negócio.

Essas foram as nossas 7 dicas de gestão fiscal para startups. O que você achou?

Coloque em prática essas recomendações e mantenha a sua startup em dia com o Fisco.Este post foi escrito pela equipe da Nfe.io, um sistema de emissão e controle de notas fiscais que automatiza tarefas chatas e faz sua empresa ganhar tempo, performance e diminuir custos.

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