Big Data Fintech não é um termo da moda. Muito mais do que isso, é uma ferramenta que exerce um papel fundamental nas startups do setor financeiro. Isso porque permite que essas empresas ofereçam serviços e produtos muito mais eficientes e seguros para seus clientes.

Não é de hoje que o big data é considerado uma importante tecnologia dentro das companhias. Para você ter uma ideia, uma pesquisa de 2018 revelou que 97% das empresas apostaram nessa inovação nesse período sendo que, no ano anterior, foram contabilizados $31,93 bilhões de investimentos nela. A perspectiva para o setor é de amadurecimento, já que sua estimativa de crescimento anual é de 19% até 2026.

As fintechs também fazem parte desse cenário, é claro. Afinal, elas são conhecidas por combinar soluções inovadoras, como o uso da tecnologia blockchain e machine learning em seus processos, desburocratizando e facilitando o dia a dia das pessoas.

Providas de tantos recursos, não é de espantar que elas também tenham como foco interpretar um volume vasto e crescente de dados, uma tarefa que demanda análises rápidas e eficientes.

Quer compreender melhor o conceito de big data fintech e conhecer os seus benefícios? É só ler esse post até o fim!

O que é Big Data Fintech?

Big Data para fintechs é um termo utilizado para designar os processos tecnológicos que as startups financeiras estão promovendo. Ou seja, ao utilizar o big data, essas empresas conseguem agilizar e desburocratizar vários processos em seus serviços, descomplicando a vida de seus clientes.

A Revolução Big Data Fintech

Como uma pessoa bem-informada, você já deve ter notado que as fintechs têm conquistado bastante espaço em seu segmento, não é mesmo? Afinal, por meio dessas empresas, hoje é possível solicitar empréstimos online e ter um cartão de crédito digital. Consegue perceber como esses serviços inovadores e especializados já fazem parte da sua realidade?

Simbolizando o que há de mais moderno atualmente, as fintechs têm agradado a seus consumidores. Uma pesquisa feita pelo Google em 2018 comprova isso: 71% dos clientes dessas empresas se declararam satisfeitos com seus serviços, já o índice registrado entre os clientes de bancos tradicionais ficou em 42%.

Para garantir um atendimento simplificado e um serviço desburocratizado, essas startups não medem esforços. Assim, revolucionam de diversas maneiras, como por meio do big data fintech. Isso porque a análise de dados oferece aos inovadores a capacidade de impulsionar seus negócios, além de criar novas de fontes de lucro e melhorar a experiência dos clientes.

Quando bem trabalhado, o big data no segmento financeiro possibilita que o sistema antecipe o comportamento dos clientes e crie medidas de proteção a essas instituições. Além disso, essa tecnologia gera insights poderosos que podem fazer toda a diferença em relação a tomadas de decisão importantes.

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Como o big data pode ajudar o setor financeiro? 4 formas

O big data pode ajudar o setor financeiro de diferentes formas. Afinal, essas informações podem ser usadas com sucesso por meio de ferramentas e algoritmos. Leia a lista a seguir e descubra como o big data auxilia o segmento financeiro.

1) Melhorando a experiência do cliente

Em um setor tão competitivo como o financeiro, com novas startups surgindo e já querendo a sua fatia de mercado, proporcionar uma experiência única ao clientes não deve mais ser um diferencial, mas um requisito básico entre as fintechs.

É por meio do uso do big data fintech que essas empresas fornecem serviços personalizados. Isso porque, ao cruzar e analisar informações, como e-mails, reclamações, consultas de suporte ao cliente, as companhias conseguem ter uma visão ampla e completa de seus clientes. Logo, conseguem adaptar serviços e produtos que atendam às suas necessidades.

Além disso, ao combinar o big data com o machine learning, é possível conhecer, de forma profunda, tanto o comportamento como os desejos dos clientes. Com essas descobertas em mãos, a fintech pode oferecer aconselhamento profissional, serviços e produtos que combinem com o perfil de cada um. Resultado? Consumidores mais felizes.

Quer um exemplo? Pois então, imagine que um cliente esteja tentando acessar diversas vezes uma página de investimentos, mas  apesar de possuir uma qualificação de renda média, ainda não investe, porque algo relacionado ao produto ou ao serviço esteja o impedindo de tomar essa decisão. Pois bem, por meio do big data, é possível cruzar os dados dos clientes que investem, e assim, descobrir que a primeira ação para fazer a aplicação aconteceu logo após o contato com o gerente. Em outras palavras, é possível saber que, para o cliente, o contato humano é primordial para que ele comece a investir. Incrível, não?

2) Detectando e prevenindo fraudes

Além de custarem muito caro para o sistema financeiro, casos de fraude podem acabar com a reputação de uma instituição e fazer com que muita gente perca dinheiro.  Por isso, detectar e prevenir fraudes está entre as prioridades das empresas do mercado financeiro.

Na luta contra as fraudes, o big data fintech é uma ferramenta essencial. Isso porque ao aliar a análise de dados com a inteligência artificial, os padrões de fraude podem ser reconhecidos e evitados com muito mais facilidade.

Fraudes que podem ser evitadas:

  • Roubo de dados;
  • Clonagem de cartões;
  • Pagamento indevido com cartões de terceiros;
  • Transferências erradas;
  • Vazamento de dados.

Ao estudar e acompanhar o comportamento dos clientes, também fica possível identificar se há atividades incomuns em suas transações. Em outras palavras, ao aliar a análise preditiva com o perfil comportamental e detecção em tempo real, o big data fintech permite que as empresas do setor reconheçam fraudes de maneira bastante eficiente.

3) Democratizando os empréstimos

Com o big data é possível também democratizar o empréstimo pessoal, como faz a ID Finance que, por meio de seu produto MoneyMan, fornece empréstimos online de forma simples e em curto prazo para o consumidor.

Para isso, a companhia faz uso das informações durante a análise de crédito. Como por exemplo:

  • Se a pessoa possui dívidas atuais ou já teve anteriormente;
  • Qual é a sua renda média;
  • Se ela possui um bom score de pagador.

Essa proposta inovadora é democrática e ágil, já que facilita a vida do cliente.

É claro que esse processo acontece de forma responsável. Ou seja, os empréstimos não são aprovados de um dia para o outro e nem são concedidos a todos que necessitem. Por isso, é essencial avaliar o risco.

4) Aprimorando a tomada de decisões

Outro benefício do big data em fintechs é aprimorar as tomadas de decisão dos clientes. Foi isso que fez a TransUnion que, ao modernizar sua base de dados, passou a oferecer insights para seus usuários. Isso porque, ao combinar soluções flexíveis com amplo acesso a dados, a empresa viabiliza decisões mais adequadas para cada etapa do ciclo de crédito.

Ao longo desse texto, você entendeu o papel do big data para fintechs e percebeu como as startups do mercado financeiro estão revolucionando o mercado, não é mesmo? Pois é, as fintechs realmente chegaram para ficar e estão moldando o futuro do setor. A Fintech é uma delas! Com ela, você está sempre um passo à frente e tem acesso às notícias mais quentes do mercado.

Fique sempre muito bem-informado, tire suas dúvidas sobre os mais variados assuntos, como investimentos, o melhor cartão de crédito fintech e, de quebra, coloque a sua vida financeira em dia! Assine nossa newsletter e fique por dentro de  tudo sobre o mundo das fintechs!

 

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