Você já ouviu falar de fintechs de câmbio? São startups do mercado financeiro que atuam diretamente na oferta de soluções tecnológicas para o mercado cambial. 

A BeeCâmbio é a primeira correspondente cambial 100% online e pertence à holding BeeTech, que integra também a Remessa Online

A empresa possibilita que o cliente compre moedas estrangeiras sem sair de casa e que receba a quantia desejada por delivery em até um dia após o pedido.

Neste post, falaremos sobre as vantagens da plataforma, como funciona na prática, se é seguro e a confiabilidade no Reclame Aqui e avaliações do Google.

Como a BeeCâmbio funciona na prática?

O cliente que quer trocar moedas faz tudo online. Antigamente, tinha que ir até uma casa de câmbio, muitas vezes com um valor alto, correndo o risco de ser assaltado ou de não ter o valor desejado disponível e agora tudo isso foi facilitado pelo método online. 

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O prazo é válido para moedas como dólar e euro. Para outras moedas, os prazos de retirada ou entrega irão variar de acordo com o local. Então será necessária uma simulação, definindo cidade, valor e moeda. 

A BeeCâmbio é confiável?

Em dúvida se a BeeCâmbio é confiável ou não? Veja alguns motivos que mostram que sim!

1. A empresa é regulamentada

A fintech cambial está alinhada às normas do Banco Central e é reconhecida pela instituição.

2. A empresa é recomendada por blogs e veículos de comunicação de credibilidade

A BeeCâmbio já foi destaque em uma série de blogs e veículos de comunicação de credibilidade, como:

3. Vencedora do programa de aceleração Track promovido pela Visa e Kyvo

Junto a outras quatro fintechs, a BeeTech foi escolhida para participar do programa de aceleração Track. Os selecionados passaram por um processo de imersão, bootcamp e elaboração de estratégias por seis meses, sendo três de aceleração e outros três para incubação. 

A rotina diária também continha mentoria e sessões com possíveis investidores do Brasil e Estados Unidos.

4. Todos os atendimentos resolvidos

As avaliações no Google são excelentes e no Reclame Aqui são boas. Todas as reclamações abertas foram respondidas e resolvidas pela equipe da BeeTech.


No Google, a classificação é de 4.8 estrelas:

beecambio

5. Endereço físico

Apesar de a BeeCâmbio não oferecer postos de atendimentos físicos, a empresa existe fisicamente e possui um escritório localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo. 

BeeCâmbio no Reclame Aqui

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No período de outubro de 2017 até outubro de 2020, as avaliações totalizam 6.3, o que é considerada uma nota regular pelo portal Reclame Aqui. Tendo todas as reclamações respondidas, 81.8% de soluções, 27.3% de clientes que voltariam a fazer negócio e 4.18 como nota do consumidor. 

O que é exatamente a BeeCâmbio?

A BeeCâmbio é uma casa de câmbio totalmente online, fundada em 2014 pelos empresários Fernando Pavani e Stefano Milo. Segundo eles, o foco não é apenas oferecer a melhor cotação, mas sim oferecer o melhor serviço para o consumidor.

A ideia inicial era oferecer uma das menores taxas do mercado junto ao facilitador tecnológico. “Nós trabalhamos com um sistema de uma lógica de informação, que fica vasculhando a internet, buscando sempre a melhor cotação para o cliente”, explicou Fernando em entrevista ao jornal Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

A BeeCâmbio possui cobertura em mais de 40 cidades brasileiras. Ao acessar o site, o usuário pode simular valores, comprar moedas estrangeiras, adquirir cartões pré-pagos e criar alertas para as menores cotações.

Moedas disponíveis para transações:

  • Dólar Americano (USD)
  • Euro (EUR)
  • Libra Esterlina (GBP)
  • Dólar Australiano (AUD)
  • Dólar Canadense (CAD) 
  • Dólar Neozelandês (NZD) 
  • Franco Suíço (CHF)
  • Iene Japonês (JPY)
  • Peso Chileno (CLP) 
  • Peso Mexicano (MXN) 
  • Rand Sul-Africano (ZAR)

De acordo com a BeeCâmbio, a empresa já vendeu, desde a criação, R$ 276.916.873,83 em moedas estrangeiras. E os clientes economizaram R$ 1.384.584,37 comprando pela fintech.

História da BeeCâmbio

Em entrevista ao portal UOL, Fernando Pavani, o fundador da BeeCâmbio, contou que trabalhou na área financeira por mais de 10 anos antes de abrir a empresa. 

Ele identificou a oportunidade de negócio unindo a tecnologia ao mercado de câmbio, que até então funcionava exclusivamente por um modelo convencional: o cliente comparecia até uma agência de moedas e entregava uma grande quantia para um atendente por trás de um vidro. 

A mãe de Pavani trabalhava com agência de turismo e a partir disso ele notou que o mercado de câmbio não investia em tecnologias online, em comunicação com o usuário ou em tratamento exclusivo.

O modelo tradicional parecia pouco prático para ele, pois além de ser perigoso, o cliente tinha de se deslocar, ficar em filas, correr o risco de ser assaltado e perdia muito tempo no processo. Em 2015, ano seguinte à abertura, a empresa já havia faturado R$ 1 milhão de reais. 

O site funciona como um intermediador entre o cliente e as casas de câmbio e ganha uma comissão sobre as vendas. Desde o ínicio, a BeeCâmbio não se propunha a ser um comparador de preços, o foco nunca foi esse, mas sim, priorizar a prestação de serviço e se tornar um agente facilitador entre as casas de moedas e os clientes. 

O portal UOL também noticiou que não houve investimento inicial, de acordo com Pavani. Antes do lançamento oficial, em 2014, uma versão bem simples do site foi testada durante três meses e já começava a dar retorno financeiro, que foi reinvestido no negócio. 

De acordo com o portal StartSe, em 2017, juntas, as duas empresas já operavam cerca de R$ 200 milhões por ano e já ofereciam um atendimento totalmente online e multicanal. O cliente possui atendimento personalizado por chat, Whatsapp, Telegram, Skype, e-mail e telefone.

Atentos às demandas do mercado

Em 2019, em entrevista ao portal Infomoney, Fernando Pavani, CEO da BeeTech, aponta que mesmo com diversas opções para fazer compras e efetuar pagamentos no exterior, como cartões pré-pagos e cartões de crédito, a demanda por papel moeda (dinheiro em espécie) continua sempre forte e aumentando. 

Segundo Pavani, em entrevista ao InfoMoney, a demanda por papel moeda no Brasil gira em torno de R$ 600 a R$ 800 milhões todos os meses. Segundo ele, os números não apresentaram queda nos últimos períodos. Apenas na crise de 2016 e após o período, apresentou estabilidade de novo.

Ele ainda avaliou que este tipo de público é muito engajado e demanda bastante informação. Que querem saber de tudo. Por exemplo, a melhor forma de gastar, como devem trocar o dinheiro que sobrou na volta da viagem, entre outros. 

Outro ponto destacado por ele na entrevista ao Infomoney é que o atrativo para o papel moeda é a tributação. “Você paga 1,1% de IOF quando compra dinheiro em espécie e 6,38% se fizer compras no exterior no cartão de crédito ou pré-pago.”

Atraso na remessa de dinheiro

De acordo com o jornal Jurid, um consumidor teve um atraso na remessa de dinheiro para banco internacional em decorrência de falha nas informações fornecidas pelo grupo BeeTech, grupo responsável pela BeeCâmbio.

Em agosto de 2019, o cliente contratou o serviço para transferência de valores para o exterior. Ele relatou ao portal que a instituição financeira informava que a transferência ocorreria no prazo de um dia útil após o pagamento, o que não ocorreu. 

O autor conta que, por conta do atraso, precisou fazer um empréstimo e atrasou o pagamento de contas. Em primeira instância, o juízo da 10ª Vara Cível de Brasília condenou que as empresas pagassem ao cliente a quantia de R$ 5 mil a título de danos morais.

O Banco Máxima alegou culpa exclusiva do consumidor, segundo a instituição, o cliente não havia fornecido uma conta válida para a transferência do valor. A BeeTech também negou falha na prestação do serviço.

Desembargadores que analisaram o caso apontaram que as empresas envolvidas dominam os procedimentos, portanto, tinham o dever de alertar o consumidor. 

O que podemos aprender com esse caso? Preste muita atenção ao preencher informações e atente-se aos formulários, conferindo seus dados antes de confirmar a remessa, evitando atrasos na sua transferência. 

Remessa Online

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Fundada em 2016 e empresa parceira da BeeCâmbio, a Remessa Online é uma fintech para Pessoas Físicas e Pessoas Jurídicas fazerem transferências, pagamentos e investimentos internacionais, além de possibilitar ao usuário o recebimento de dinheiro por serviços prestados a companhias estrangeiras e até mesmo valores do Google AdSense.

Para maior agilidade e diminuir custos com transferências, a Remessa Online utiliza a  tecnologia blockchain. A promessa é de

A Remessa Online utiliza tecnologia blockchain para agilizar e baratear as transferências e promete entregá-las em até 1 dia útil.

As avaliações no Reclame Aqui são excelentes, tendo a nota 8.1 nos últimos seis meses. Tendo 100% das reclamações respondidas, um índice de solução de 88.4% e 65.1% que voltariam a fazer negócio. 

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Principais benefícios da Remessa Online

1. Taxas mais baratas

É mais vantajoso enviar dinheiro pela Remessa Online do que por bancos tradicionais. Tanto na fintech como em instituições financeiras, o cliente pagará as taxas SWIFT, um valor fixo cobrado em transferências internacionais e a SPREAD, a diferença de juros cobrados pela instituição. Porém além delas, fazendo a operação por um banco, o consumidor desembolsa o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

2. Mais transparência

Antes do envio pela plataforma, o cliente poderá fazer uma simulação. A partir dela, é possível saber os custos das taxas e o valor final, evitando surpresas impertinentes.

Leia mais: Afinal, Remessa Online é confiável?

3. Agilidade 

O recebimento do dinheiro do destinatário no exterior varia entre um a dois dias úteis. E como mencionamos anteriormente, não há mais a necessidade de comparecer a uma agência física de um banco, pegar uma senha e enfrentar filas, é possível fazer todo o procedimento em poucos minutos, pela plataforma online da fintech. 

Segurança oferecida pela plataforma

As tecnologias utilizadas são  HTTPS — Hyper Text Transfer Protocol Secure, que geram certificados digitais responsáveis por checar a autenticidade do servidor e do usuário, criptografando as informações. E a RippleNet, que funciona com tecnologia blockchain.

Remessa Online levanta aporte de R$110 milhões

De acordo com o portal Seu Dinheiro, a Remessa Online anunciou em junho de 2020 que recebeu um aporte de R$ 110 milhões em rodada liderada pelo fundo Kaszek, que já fez investimentos em algumas das principais startups do País, como o Nubank, Loggi e Quinto Andar.

Alexandre Liuzzi, um dos fundados da BeeTech, afirmou ao portal que a nova rodada de aportes estava sendo negociada desde fevereiro, antes que a pandemia do novo coronavírus virasse o mundo de cabeça para baixo. 

O período de isolamento social é visto por ele como de oportunidades de atendimento a pequenas empresas, que estão vendendo mais via internet.

Canal no YouTube

A Remessa Online possui um canal no YouTube com dicas voltadas ao universo das finanças no exterior. São temas variados como: maneiras de investir e estudar no exterior, como morar fora, comprar imóvel em Portugal e até tirar a cidadania italiana. 

Além de vídeos com passo a passo detalhados sobre como usar o site do Remessa Online.

Passo a passo para operar transações na Remessa Online

Confira o passo a passo detalhado divulgado pelo YouTube da Remessa Online:

Leia também: Remessa online: guia definitivo para usar a plataforma

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